Resenha: Thirty But Seventeen 서른이지만 열일곱입니다 (K-Drama)

A resenha e recomendação de hoje é sobre um dos meus dramas preferidos!

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Título: Thirty But Seventeen; Still 17; 30 but 17
Gênero: Música, Mistério, Romance, Drama, Comédia
Transmissão: Julho – Setembro de 2018
Número de episódios: 32 (35 min)
SBS
Estrelando: Yang Se Jong, Shin Hye Sun e Ahn Hyo Sub

Sinopse

Há 13 anos, Gong Woo Jin (Yang Se Jong) estudava na Alemanha, mas aterrizou na Coreia do Sul, durante suas férias de verão. Naquele meio tempo, Woo Jin acabou conhecendo uma jovem que despertou seu coração. Quando a avistou na passarela, ele conseguiu aparentemente descobrir o nome dela através do uniforme escolar de ginástica: Su Mi.

 

Ele a desenhou com tinta a óleo e carregou a pintura consigo. Os dois se reencontraram no ônibus e, para sua surpresa, a jovem acabou o abordando primeiro, solicitando informações. Tímido, Woo Jin disse que ela deveria sair na próxima parada. Ele desceu correndo e com vergonha quando uma colega da jovem se aproximou, mas acabou com o chaveiro dela por engano.

Por isso, ele reuniu coragem novamente e correu atrás do ônibus para entregar o desenho e o chaveiro. Mas um acidente aconteceu na Junção de Cheongan. Doze carros acabaram colidindo. O ônibus capotou, várias pessoas ficaram feridas e duas morreram. Woo Jin viu a lista de mortos e encontrou o nome da jovem, Su Mi.

Por minha culpa.

Não saia agora, saia na próxima parada…

O que Woo Jin não sabia é que, na verdade, o nome da jovem era Woo Seo Ri (Shin Hye Sun), mas ela estava usando o uniforme de sua melhor amiga quando ele a viu na passarela. Seo Ri era completamente desajeitada e uma promissora violinista que acabou entrando em coma profundo após o acidente.

Atualmente, ambos estão com 30 anos de idade, mas psicologicamente ainda se encontram com 17. Seo Ri acordou do coma, mas não consegue se aceitar, pois seu rosto jovem ainda está tão vivo em sua memória. Já Woo Jin cresceu fugindo e se culpando pela suposta morte da jovem. Acontece que seus destinos se cruzam novamente e, sem nem imaginarem do passado em comum, os dois acabam lutando lado a lado contra seus traumas.

 

Personagens

Gong Woo Jin ou Mr. Gong

Nos primeiros episódios nos damos com o Mr. Gong, um homem fechado e descuidado que vivia com sua fita métrica tirando o cumprimento de tudo pela frente. Inclusive, por essa sua compulsividade, ele acabou sendo taxado de tarado algumas vezes, afinal, não é normal você estar sentada em algum lugar e aparecer alguém atrás de você ou nas suas pernas com algo em mãos.

Woo Jin tira medida de tudo porque é designer de cena, um cenógrafo. Ele estava nos Alpes, mas teve que voltar à Coreia do Sul para cuidar do seu tão amado sobrinho, Chan, enquanto sua irmã ia a um serviço médico na África. 

Logo descobrimos que Woo Jin desaparecia com certa frequência e viajava a lugares remotos. Alguns meses depois ele retornava todo cabeludo e parecendo o Pé-grande. Ainda, nós sabemos que ele tinha motivos para isso: Woo Jin queria fugir da culpa que o perseguia pela suposta morte da jovem no acidente na Junção de Cheongan.

Apesar de carregar apatia pela vida, Woo Jin sempre sorria para seu sobrinho Chan e claramente se importava muito com ele.

Um dia, inesperadamente, ele encontrou uma mulher perdida na sua casa, ou melhor dizendo, no seu quarto, e isso o deixou bastante assustado. Na verdade, os dois já haviam se cruzado algumas vezes e, aqui entre nós, um passado profundo os conectava, mas eles não faziam ideia. 

Woo Jin vai tentar ser inflexível e insensível a ponto de querer se livrar de Seo Ri o mais rápido possível, sem nem ao menos tentar entender o que estava acontecendo. Desesperadamente, Woo Jin não queria se envolver na vida de outras pessoas. Desesperadamente, Woo Jin não queria se responsabilizar por um estranho. Desesperadamente, Woo Jin não queria se preocupar e se importar com mais ninguém. Esse era o fardo que ele carregava por causa da culpa.

 

Mas já era tarde, Seo Ri não tinha para onde ir e nem sabia o que fazer. Aquela mulher atrapalhada e espontânea precisava de ajuda. A casca de gelo que Woo Jin havia criado em volta de seu coração começou a derreter. A readaptação do Mr. Gong é surpreendente e completamente encantadora.

Seo Ri não era a única que precisava de ajuda.

   

Woo Seo Ri

Imaginem como deve ser acordar depois de 13 anos! Antes do coma, Seo Ri estava com 17 anos, e de repente, ela acordou com 30. Por óbvio, ela não entendeu nada e nem conseguia se reconhecer em espelhos. Para Seo Ri, o dia antes do acidente estava tão vivo e reluzente. A atuação da atriz Hye Sun foi certeira e imperdível, eu vivi todos esses momentos conflituosos com a personagem.

Então, Seo Ri acordou e correu do hospital. A cidade toda estava diferente, haviam muitos prédios e tecnologias avançadas. Mas o caminho até sua tão amada casa permanecia o mesmo. 

 

Foi desse jeito que Seo Ri acabou na casa de Woo Jin, ou melhor, no quarto dele. Algumas confusões aconteceram pelo caminho e pequenos mal-entendidos, mas de qualquer jeito o importante é que ela só tinha aquele lugar para voltar.

  

Antes do coma, Seo Ri vivia com seus tios porque seus pais haviam morrido. No entanto, seus tios acabaram desaparecendo depois do acidente. Misteriosamente, alguém continuou pagando as contas do hospital. Um amigo de infância que se tornou médico também estava cuidado dela, mas os dois acabaram de desencontrando.

Aos poucos, os que estavam morando na casa atualmente perceberam que, de fato, Seo Ri havia morado ali – ela sabia de pequenos e importantes detalhes e, inclusive, da existência de um quarto embaixo das escadas. Mas a casa não pertencia mais aos tios de Seo Ri, o que a deixava muito triste e abalada. 

 

O roteiro encaminha tudo lentamente e naturalmente. Mas o fato de ser lento não deixou o drama arrastado, pelo contrário, tudo foi agradavelmente transmitido e construído. Eu amei o desenvolvimento da história. Vale a pena conferir! 

 

Seo Ri e Woo Jin passaram por cenas clichês, dramáticas, cheias de amor e algumas bem inusitadas.

 

O que mais me surpreendeu no drama foi a delicadeza do crescimento da Seo Ri. No começo da história nos deparamos com uma mulher de 30 anos apenas fisicamente porque as atitudes e pensamentos da Seo Ri eram de uma adolescente. Na metade da trama, vamos conhecendo uma Seo Ri de 20, talvez 22 anos que continua crescendo até o final. 

 

Yoo Chan (Ahn Hyo Sub)

Sinceramente, eu não sei se Thirty But Seventeen teve episódios apenas de preenchimento porque eu confesso que não senti isso. Em nenhum momento, repito, em nenhum momento eu me senti desgastada enquanto assistia ao drama e acredito que isso se deu em razão do carismático e sensacional elenco. Particularmente, estamos diante de um dos personagens mais simpáticos que eu já vi em dramas – o Chan.

 

Yoo Chan completou o roteiro com seus sorrisos brilhantes e encantadores. Ele é um jovem atleta tão energético e cheio de vida, que acabou sendo indispensável para o desenvolvimento  harmônico da história.

 

Quero dizer, vocês tentaram imaginar esse mesmo roteiro sem o Chan? Naturalmente, protagonistas são os que movem as histórias, mas não foi apenas isso que eu quis dizer. O Woo Jin é um personagem ferido e fechado, cheios de complexos e traumas. Ele raramente sorria e não queria saber de ninguém. A Seo Ri não sabia do paradeiro dos seus tios, não tinha para onde ir, não conseguia mais tocar violino, e toda aquela situação acabou a deixando melancólica. Meus amigos, se não fosse pelo Chan a história tinha embarcado em um melodrama sem fim.

Ah nem quero mais pensar nisso! O Chan estava lá, bem disposto, alegre, despachado, pronto para nos tirar muitos sorrisos.

 

Don’t think, “fil!”

Nós sabemos que o certo é “feel”, mas o engraçado era ver o Chan escrevendo errado e ainda gritando isso toda vez um pouco diferente. Enfim, é verdade que ele começa a se apaixonar pela Seo Ri e faz de tudo por ela. Mas isso se deu a uma pequena confusão que a própria Seo Ri tinha em relação a sua identidade. Conforme a história se encaminha, os dois acabam se tornando incompatíveis. A Seo Ri vai incorporando a sua idade, como eu disse acima, e isso, inevitavelmente, acabada a distanciando do Chan (no quesito amor). 

 

Ele pratica remo com seus dois colegas e amigos Han Duk Soo (Jo Hyun Shik) – que parece bem mais velho que eles, mas não é; e Dong Hae Bum (Lee Do Hyun) – o pai dele é muito rico, mas ele parece tão simples e humilde.

 

Jennifer (Ye Ji Won) 

É a governanta de Woo Jin e Chan que, na verdade, cuida de todos. Ela é atenciosa, inteligente e faz um trabalho impecável. Eu amei essa personagem desde o começo. Ela parece ser um pouco robótica, com ações mecânicas, citando frases decoradas, mas é evidente seu coração quente e acolhedor. Aliás, essas ações e respostas “automáticas” me tiraram boas risadas.

No, no, no. My pleasure.

Na verdade, a Jennifer passou muito tempo lendo e estudando. O drama nos conta muito bem a sua história e vai nos revelando surpresas aos poucos. Eu não vou contar pra vocês sobre isso porque seria spoiler e não quero trazer nada que possa comprometer a relação de vocês com o drama.

Só queria pontuar que a Ji Won é uma rainha atuando (Should We Kiss First?; Introverted Boss; Another Miss Oh; entre outros). A presença dessa atriz é sempre marcante e intensa.

Kang Hee Soo (Jung Yoo Jin)

Ela é a chefe de Woo Jin e, honestamente, uma mulher muito paciente por aguentar as atitudes ríspidas dele com os clientes. Jin Hyun (Ahn Seung-Kyoon) é um designer que trabalha com os dois.

 

Deok Koo ou Fang

Eu amo a presença de bichinhos nas histórias! A Fang é um amorzinho. Ela é uma cachorrinha de idade já que vai ser muito conveniente. Logo no começo da história ela reconhece sua antiga e amada dona, Seo Ri.

Há outros personagens na trama. Quem interpretou nossos protagonistas jovens foram os talentosos mirins Yoon Chan Young (Doubtful Victory; The King in Love; Romantic Doctor, Teacher Kim) e Park Shi Eun (Just Between Lovers; Criminal Minds; Queen for Seven Days).

Comentários

A vida de uma pessoa nem sempre requer um evento especial ou dramático para mudar de repente.
Às vezes, coisas muito pequenas e triviais… agitam nossas vidas… com uma força maior do que se imagina.

É isso que Thirty But Seventeen significou pra mim, um drama que parecia trivial, simples e modesto, mas que acabou abalando minha vida de um jeito incrível. 

 

Fazia tempo que eu não escrevia algo tão confortavelmente então espero, de coração, que possa atingir alguns de vocês com minhas palavras. Thirty But Seventeen possui uma vibração tão positiva, carismática e particular. É um drama que vai fazer você sorrir e chorar ao mesmo tempo, mas às vezes suas lágrimas serão de felicidade, outras de tristeza mesmo. Às vezes seus sorrisos serão sistemáticos e imprevisíveis, outras vezes serão longos e profundos. É essa mistura que compõe a trama.

 

O roteiro nos apresentou tragédias e incidentes complexos, mas por algum motivo inexplicável sempre esteve presente na trama uma sensação de otimismo por trás que acabou embalando tudo magicamente. No meio de tanta violência aqui fora, em um momento de tanta desumanidade, eu encontrei nesse drama um pouco de refúgio.

 

É uma história de amor de dois adolescentes de 30 anos. Notem a expressão que utilizei porque é exatamente isso. A princípio parecia que a Seo Ri era a única que precisava de ajuda, mas aos poucos vamos notando os gritos desesperados de Woo Jin para se livrar daquela culpa que o corroía. 

 

Eles crescem emocionalmente juntos. Aqueles montes de “E SE” que tantas vezes repetimos durante toda as nossas vidas vão sendo lentamente desconstruídos. Eu sinceramente queria que você, meu leitor, confiasse na roteirista, Jo Sung Hee, e no diretor Joo Soo Won (o mesmo de Pinocchio) e se entregasse a essa obra.

 

A propósito, aproveite os momentos engraçados e descontraídos, eles são preciosos. Aproveite as lições que esse drama traz porque elas são muitas. Tenha coragem para se arrepender, para jogar fora os sentimentos que não prestam, tenha coragem para se libertar porque a vida passa tão rápido e ninguém vai te devolver o que você perdeu. Thirty But Seventeen é uma história de superação que nos conta como devemos estar sempre construindo e reconstruindo nossos caminhos.

O romance é lindo, mágico e acontece nos momentos certos. Ele vai “crescendo” junto com a trama e com seus personagens. As cenas são cheias de significados, doces e carinhosas.

 

Reiteradamente, eles deram enfoque aos olhos (olhares) de alguns personagens em inusitadas situações o que eu realmente amei demais.

 

Chan e seu pintinho (?)

É verdade que eu embarquei no drama sem pensar duas vezes porque já acompanho o trabalho do Yang Se jong a algum tempo, mas eu nunca imaginei que poderia ser tão atingida por essa história. Eu chorei muito, mas me diverti igualmente. É um drama que realmente me deixou sensível e emotiva. Eu não queria e não estou dizendo adeus a essa obra porque certamente vou assistir novamente em um futuro não tão distante assim.

 

Se você está procurando uma história cativante, engraçada, doce, que cura, com personagens bem construídos e adoráveis que formaram uma família, com um roteiro de escrita impecável, com uma OST simples e marcante e com um elenco de primeira, embarque em Thirty But Seventeen.

  

As coisas pequenas e simples que parecem tão insignificantes são as outras portas para a felicidade.

Se você juntar coragem e atravessá-las, então talvez você consiga encontrar a felicidade que você nem sabia que existia.

Thirty But Seventeen está disponível no fórum Kingdom Fansubs e  Drama Fever.

É isso chingus! Desculpem a demora para trazer novas resenhas no blog, eu realmente estou me esforçando para que o Dramas Revise não fique abandonado. Na verdade, estou estudando pra concursos públicos no momento e correndo atrás dos meus sonhos. Mas sempre vou aparecer por aqui, trazendo algo novo, então não desistam de mim.

Se puderem, sigam o Dramas Revise no twitter, no instagram e no youtube porque sempre vai ter algum conteúdo novo nas redes sociais.

Muito obrigada pela visita e pela leitura! De coração. Até breve!

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12 comentários em “Resenha: Thirty But Seventeen 서른이지만 열일곱입니다 (K-Drama)

  1. Primeiro drama de romance que assisto e não foi nem por recomendação sua, que aconteceu comigo que nunca gostei de shoujo né?
    Fui ver muito mais por causa da ideia e por causa do Yang Se (Duel) e da Shin Hye (Stranger) e quem diria que eu ia acabar gostando em?
    Eu sou meio insensível então as partes tristes era mais (caramba olha isso) do que um (oh meu deus que tristeza, choro, choro, choro #salvi).
    Todo o resto era de certa forma, doce. O humor bobo e clichê do relacionamento deles e do convívio entre eles era tão bobo e divertido que acabei ansioso esperando os próximos episódios.
    Não sei se voltarei a assistir um drama de romance assim, pois é realmente dificil eu gostar.
    Eu nem tenho o que acrescentar na sua resenha pois ela de fato trouxe esse sentimento todo que o drama passa e deu pra sentir seu amor por esse drama euaheuaheau

    Curtido por 1 pessoa

    1. HSUAHSUAHUS Tô vendo mesmo, já está até se escolhendo os dramas aí pra assistir. É um caminho sem volta. ❤
      Até hoje não entendi como você resolveu assistir um romance! HUSAHSUA mas fiquei feliz, acredito que tenha sido por causa do elenco, mas bem na verdade não importa. O importante é que você deu uma chance a um romanceee!
      Ah, eu chorei mesmo.
      Simm é bem como você disse.
      Eu vi que você gostou, ficou até acompanhando semanalmente aí. HSAUHSAU
      Muito obrigada pelo comentário e pelo apoio de sempre! ♥

      Curtido por 1 pessoa

  2. Sendo um pouco do contra – kkkk -, mas a produção para mim é apenas mediana. 30 but 17 é igual fast food gostosinho em alguns momentos e só, precisa dar uma sustância se fosse um número de episódios menor seria perfeito. Sobre o elenco gostei demais da Shin Hye Sun e Ye Ji Won, espero assistir novos trabalhos delas.

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    1. Entendo sua opinião. Não compartilho dela, mas entendo. HSUAHUA
      Se houveram ou não episódios de preenchimento eu não percebi porque amei tanto o elenco quanto o roteiro.
      De fato, elas são incríveis mesmo. Tudo o que elas fazem é super bem feito.

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  3. Mana do céu, acompanhei esse dorama e tinha essa sensação gostosa de refúgio. Alguns pontos me fizeram permanecer acompanhando semanalmente e me deixando a impressão que até em produções mais “bobinhas” assuntos sérios estão sendo tratados.
    Pois bem, dorama que trata problema psicológico com algum PROFISSIONAL da área e não com qualquer outra coisa já tem 90% da minha atenção. O Woo Jin foi gravemente traumatizado com o acidente e encontrou na fuga e naquela forma peculiar de TOC (que ele chama lá de doença ocupacional ou qualquer outtro termo ocupacional que não lembro agora) e foi através de um tratamento com o psiquiatra que ele pôde, AOS POUCOS (outro ponto muito importante pra mim), retomar uma vida. Gostei muito da representação da crises de ansiedade e de como ele fazia pra sair delas, as associações.. tudo nesse sentido me deixou bastante satisfeita.

    Achei o desenvolvimento da história de amor bem gostosinho. É EXATAMENTE o como você descreveu “dois adolescentes de 30 anos”. Eles crescem juntos, amadurecem juntos e isso foi bem positivo pra mim. Como vc disse tb, a história se desenvolveu devagar, mas não se arrastou. Agora, um ponto negativo pra mim foi que nesse devagar, chegou o momento de terminar o drama e tiveram que correr pra encaixar as peças. Os dois últimos episódios achei bem cheio, muitas lágrimas e algumas coisas explicadas mais porcamente.O amigo médico dela, por exemplo… tenho a sensação que se tirá-lo da história, não faria muita diferença não. Não mostrou, também, que tipo de relação poderia ter com o fato que Jennifer e o tio de So Ri terem se encontrado no dia de chuva… Ah, o final do tio dela eu odiei. Achei que o desenvolvimento deu a entender outro final, mas ENFIM. No frigir dos ovos, eu mais gostei do que desgotei.

    Outra coisa que eu acho que pensei sozinha, mas não tenho certeza: Estou apaixonada pela OST de Mr Sunshine e tem uma música chamada SORI, que pra nós brazuca significa “SOM”. O nome da prota é So Ri… e ela musicista. Ou seja… bonito, né?

    Já quero falar sobre Mr Sunshine (tô enrolando pra assistir aos episódios finais por motivos de :NÃO QUERO QUE ACABE), então, entre os estudos do Direito Civil e Penal, favor discutir o Direito ao Dorama. GRATA. hahahaha

    Curtido por 1 pessoa

    1. Maaaana, tava com saudades já!
      Suuuper concordo, esse drama foi meu refúgio! Tão leve e tão significativo.
      Aaah sério? Eu tava assistindo Life e em várias passagens há um psiquiatra que conversa com o protagonista, acredito que você ia gostar muito dessas cenas. Muito bem pontuado Mari! Bem lentamente o Woo Jin conseguiu retomar a sua vida, mas ele não queria se envolver com ninguém, não queria ser responsável por ninguém porque o trauma estava ainda ali, “dormindo”.
      Ah eu também! Amei o desenvolvimento. Eu realmente estava precisando de algo mais lento e que não se arrastasse, assim como você disse.
      [AVISO DE SPOILERS ABAIXO]
      Então SHAUHSAUSH eu não comentei muito sobre esses pontos pra não trazer spoilers na resenha, mas de qualquer jeito, não chegou a comprometer meu envolvimento com o drama. EU fiquei um pouco chateada que o médico tinha “desaparecido” por um tempo no início e todos aqueles desencontros me deixaram SUPER angustiada. Teve uma hora que eu pensei “chegaaaa” “parem com esses desencontroooosss” e foi bem quando eles “cessaram” HSUAHSAU… ainda bem porque eu tinha chegado no meu limite.
      Acredito que o fato do médico estar ali serviu de empoderamento pra nova família da So Ri, pra deixar evidente que ela estava feliz de novo com outras pessoas e tals .Eu gostei muito que ela voltou pra contar um pouco da sua nova vida, que ela teve empatia com esse dr. porque, sério, eu tava ficando com pena já do moço… ele cuidou tanto dela e tava sendo esquecido no churrasco. A So Ri não era obrigada a gostar dele, com certeza, mas sei lá, sentir um pouco de gratidão faz parte né?
      Sobre o tio dela, concordo HSUAHUS
      É, então, não deixou explícito isso! No começo eu tinha pensado que a Jennifer sabia de tudo e estava ali pra meio que apoiar e se apoiar neles, todos vítimas por extensão do acidente. Mas depois não falam mais sobre isso. Parece que foi mais uma das coincidências do pequeno mundo que há dentro dos doramas. A SBS principalmente é a campeã disso, depois que você assiste tantos dramas da SBS começa a pensar que Seul deve ter uma rua só.
      [FIM DOS SPOILERS]
      Simmmm, belíssima observação maninha! Eu não sei você chegou a ver a resenha de SORI, um filme coreano que fala bem sobre isso ❤ https://dramasrevise.wordpress.com/2018/06/26/resenha-sori-voice-from-the-heart-%EB%A1%9C%EB%B4%87-%EC%86%8C%EB%A6%AC-k-movie/ Não sei se você gosta de ficção científica ou de filmes xD
      AAAAA eu tambéeeeeeemmm! Mana do céu, me espere, por favor HSAUHSAUSHAU Eu vou postar as resenhas de My ID is Gangnam Beauty e Life que já faz um tempo que estão aqui para serem postadas e depois dessas duas vem a de Mr. Sunshine! Na real também tô adiando e não queria que terminasse. HSUAHSAUSHUASHU No direito ao dorama eu estou ainda me especializando 😎

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  4. MORTAAAAAAAAAAAAAAA!! A mesmissima coisa eu senti com esses desencontros. Dava aquela sensação de impotência, que a gente grita com a TV e as pessoas ao redor dizem “mas tu sabe que ela não tá te escutando, né?” hahahah

    Minhã irmã, eu já tinha lido essa resenha sim… DROGA! Pensei que tinha pensado sozinha nisso, mas vc tava no meu inconsciente esse tempo todo ahahahah

    Como eu tô de férias, eu to REASSISTINDO (sim, pasme!!) Mr Sunshine pra poder chegar aos episódios finais com tudo fresquinho na mente. Levando isso em consideração, dá pra te esperar sim! hahahah De antemão, fico logo ansiosa pela resenha de My ID is Gangnam Beauty (já sabe que vai ter textão meu sobre empoderamento) e Life eu vou tentar assistir tb, mas não sou muito fã de séries médicas pq eu começo a achar que todas as doenças que aparecem eu tenho ou vou ter. hahahahaha bem loka, sim!

    Curtido por 1 pessoa

    1. HSUAHUAHSUAHS sempre dou esses surtos também!
      aaaa então eu estava no seu subconsciente, faz sentido 😂😂
      Aeee que bom! Eu não vejo a hora de escrever sobre Mr. Sunshine, já coloquei vários post it online na resenha de assuntos que não poderei esquecer de tratar ~ o.o
      Olha vou confessar que nem mostra cirurgias e doenças infernais em Life, o drama é praticamente sobre política! Apenas.
      USAHUSHAUSHAU acabei postando hoje mesmo a resenha de My ID, espero que goste! Também espero pelo seu comentário de empoderamento mana da minha vidinha HSUAHSUA ❤

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  5. muito bom esse kdrama
    Sem querer ser presunçoso e já sendo
    Vi 200 kdramas. Fazia algum tempo que não via uma obra resgatar o que tem de melhor nos doramas… o romantismo e uma historia sem barrigas

    valeu pela sua postagem, bem como, o incentivo aos doramas

    Curtido por 1 pessoa

    1. Oláa!
      Nossa, super concordo com você! Fazia tempo que não assistia um dorama com esse romantismo clássico!
      Imagine! Eu que agradeço pela sua visita, pela leitura e pelo seu comentário! Significa muito pra mim! (✿◠‿◠) ♥

      Curtir

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