Resenha: My ID is Gangnam Beauty 내 아이디는 강남미인 (K-Drama)

A resenha e recomendação de hoje é sobre My ID is Gangnam Beauty!

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Título: My ID is Gangnam Beauty;  ID: Gangnam Beauty
Gênero: Romance, Comédia, Psicológico, Escolar, Drama
Transmissão: Julho – Setembro de 2018
Número de episódios: 16
jTBC
Estrelando: Im Soo Hyang, Cha Eun Woo (ASTRO), Jo Woo Ri

Sinopse

Kang Mi Rae (Im Soo Hyang) foi vítima de bullying durante toda a sua vida. Quando pequena, o seu peso era motivo de piada. Quando jovem, o seu rosto era motivo de rebaixamento. Por não aguentar mais tantas agressões verbais, provocações e humilhações, Mi Rae resolveu passar por uma cirurgia plástica que modificou seu rosto por completo.

 

Logo após a cirurgia, o período acadêmico havia começado. Mi Rae se matriculou no curso de química porque era apaixonada por perfumes. No departamento, ela reencontrou um de seus colegas de ensino médio, Do Kyung Suk (Cha Eun Woo) e temeu que ele pudesse reconhecê-la.

 

O problema é que Mi Rae acabou sendo rotulada de “Gangnam Beauty” por ser evidente que ela havia passado por cirurgia plástica. Ela também acreditava que Kyung Suk havia a infernizado no ensino médio, quando, na verdade, o jovem apenas tinha demonstrado certo interesse nela.

 

Em resumo, Kang Mi Rae vai ter que batalhar para recuperar sua auto-estima e para se libertar da sua insegurança.

My ID is Gangnam Beauty conta a história de pessoas que aprendem a desprezar seus rótulos, que recuperam suas confianças e que descobrem sobre a verdadeira beleza do ser humano.

Esse drama é uma adaptação do WebComic escrito por Gi Maeng-Gi!

Personagens

Kang Mi Rae

A Mi Rae passou o inferno na terra porque não estava nos padrões de beleza da sociedade. Então, assim como acabei pontuando na sinopse, nossa protagonista resolveu passar por uma grande cirurgia que desconfigurou seu rosto. A intenção dela com isso nunca foi receber destaque, nem se tornar a mais bonita da faculdade; pelo contrário, ela apenas queria se tornar “comum”, se tornar “invisível”. Mi Rae queria muito conseguir fazer o que os outros faziam sem chamar a atenção, ela apenas queria ser aceita.

O que a vítima de bullying quer não é vencer uma briga…

ela só não quer ter que brigar.

Sem entrar no mérito dessa escolha nesse tópico, por algum tempo Mi Rae teve a falsa sensação de que havia se tornado “normal”, o que a emocionou muito nos primeiros episódios e me deixou super comovida. Inclusive porque as primeiras cenas são cruéis e perturbantes. Durante a escola, os meninos a chamavam de “porca” a todo instante. Quando adolescente, Mi Rae resolveu se confessar pra um infeliz – desculpem a expressão – que a rejeitou da pior forma possível.

 

Na verdade, Mi Rae sabia que enfrentaria problemas mesmo depois da mudança – pois era notável que a moça havia passado por uma cirurgia plástica. Ou seja, os julgamentos iriam continuar – e de fato, persistiram. Mas de qualquer jeito tudo parecia melhor do que o trauma que Mi Rae passou durante sua vida escolar.

É engraçado acompanhar nossa protagonista tentando lidar com seu novo rosto: sua reação quando alguém pediu seu telefone;  se apresentando para os colegas de departamento; ouvindo elogios; e finalmente, construindo novas amizades.

As pessoas gostam de mim, mãe!

Ah, meu coração dói. Mi Rae esperou ansiosamente por esse momento, mas algumas situações tristes voltaram a acontecer. Eu desmoronei, chorei, me emocionei com a trajetória dela. As pessoas são tão cruéis – “Há pessoas como você em todo o lugar de Gangnam”. Mas nossa protagonista é tão forte e batalhadora. Eu acho que não deveria descrevê-la como inocente porque acredito que a Mi Rae foi bem atenta e inteligente (isso ficou demonstrado em várias passagens), ela só não queria acreditar que passaria por tantas humilhações novamente.

No primeiro encontro do departamento de química, Mi Rae consegue se soltar pela primeira vez e dança “New Face” do Psy. A escolha da música foi super conveniente. Graças a esse acontecimento, Do Kyung Suk acaba relembrando de sua coleguinha do terceiro ano do ensino médio e volta a prestar a atenção em Mi Rae.

 

A família de Mi Rae foi super importante para que ela não desabasse de vez. Tanto o pai, quanto a mãe demonstraram amor incondicional e em vários momentos. A sua melhor amiga também foi de suporte incontestável.

Do Kyung Suk

A família do Kyung Suk é bem complicada. O pai dele é um político que só pensa em suas eleições e sua mãe aparentemente havia os abandonado ainda quando Kyung Suk estava na escola. Há muita água embaixo dessa ponte, mas eu vou me limitar a passar essas informações pra vocês, a fim de não trazer spoilers.

No entanto, Kyung Suk não se tornou um jovem rebelde, nem revoltado, ele apenas criou um escudo em volta de seu coração e se fechou para outras pessoas. Eu achei incrível como o nosso protagonista lidou com todos aqueles sentimentos perturbantes. Ele é alguém extremamente calmo e seu coração jamais se apagou por completo. 

 

Nosso protagonista é ótimo em beber e frequentemente surpreende os outros personagens. Suas palavras são curtas, mas apropriadas. Ele também sabe quando se desculpar por algo que talvez não deveria ter feito ou falado.

É engraçadinho que aos poucos Kyung Suk vai descobrindo sobre alguns sentimentos que ele nunca havia experimentado. Ele é um personagem relativamente simples e sua sinceridade me conquistou completamente. Ainda, suas mágoas e sua história são nos explicadas aos poucos. Eu amei o desenvolvimento do personagem, principalmente de suas interações particulares com cada membro de sua família. 

 

No começo da história, ele passa por um mal-entendido com a Mi Rae, pois esta pensava que o jovem havia zombado dela durante o ensino médio. Na verdade, já naquela época Kyung Suk havia demonstrado interesse em Mi Rae, mas não conseguiu se aproximar porque ela foi agressiva, tendo em vista seu coração machucado pelo bullying

Pacientemente, Kyung Suk espera por Mi Rae e se aproxima com muita delicadeza. Os dois acabam construindo uma amizade que, aos poucos, se torna um romance doce.

Um jovem lindo, atencioso e calmo que não liga para as aparências físicas… é muito pedir por mais “Do Kyung Suk” nesse mundo?

 

Hyeon Soo Ah (Jo Woo Ri)

Um dos primeiros comentários de Soo Ah no drama ecoou como uma flecha em nossos frágeis corações: “A Mi Rae também nunca fez cirurgia plástica”. Isso mesmo, logo nos primeiros episódios a Soo Ah solta uma dessas em uma reunião do departamento de química, deixando evidente sua falsidade. Apesar de ter parecido tão fingido aos nossos ouvidos, os personagens pareciam cair de quatro nas simulações de Soo Ah, exceto o nosso perspicaz Kyung Suk – que frequentemente a intimidava.

 

Ardilosa, falsa, mentirosa, dissimulada – estas são algumas de suas características em termos mais “moderados”. A Soo Ah e seu complexo de inferioridade vão trazer grandes dores de cabeça a nossa Mi Rae. Ela realmente se esforçou para fazer com que as pessoas percebessem apenas o quão “perfeita” e “natural” ela era.

É praticamente impossível assistir My ID is Gangnam Beauty e não comparar a Soo Ah com alguém da nossa realidade. Quase todos nós conhecemos ou ouvimos falar de alguém com essas características. Ela parecia toda hora ser boazinha, mas no fundo queria apenas diminuir as outras para se sentir cada vez mais no topo.

“Ah, esse moço gosta de você? Vamos ver por quanto tempo.”

A história demora um pouquinho pra começar a desenvolver sobre a vida dessa personagem intrigante. Mas acredito que tenha sido a tempo. Também precisamos admitir que a atuação de Jo Woo Ri foi impecável.

Yeon Woo Young (Kwak Dong Yeon)

Espero o dia em que verei Kwak Dong Yeon em um romance como principal ao lado da protagonista, mas esse dia ainda não foi hoje. Woo Young é o supervisor mais amigável de todos. Ele é incrível e simpático, o bom moço que sofre com a relação amorosa dos protagonistas que não costuma faltar nos nossos tão amados dramas de romance.

 

Imagens de dor e sofrimento abaixo.

Oh Hyun Jung (Do Hee)

Hyun Jung é a melhor amiga de Mi Rae e cursa psicologia, eu realmente amei muito essa personagem. Hyun Jung é destemida e defende a amiga com unhas e dentes. Ela foi (é) muito importante na vida de Mi Rae. 

E sim, eu shippei muito Hyun Jung e Woo Young. Os dois combinavam tanto.

Há outros tantos personagens. Yoo Eun é uma das colegas de Mi Rae. Eu gostei de várias atitudes que ela teve e de sua insistência em lutar contra machismos e situações constrangedoras. Também me apaixonei por sua empatia. Eun foi interpretada por Park Yoo Na (The Package). Ao lado dela estava Choi Jung Boon (Jung Seung Hye), uma jovem simples e carismática que rendeu cenas muito divertidas. Woo Jin (Lee Tae-Sun), o melhor amigo do Kyung Suk. Também Kim Tae Hee (Lee Ye Rim) que merece uma menção honrosa nessa resenha por ter sido tão determinada!

 

Comentários

Em primeiro lugar, vamos deixar claro o que significa “Gangnam Beauty”. Gangnam-gu é a área mais rica de Seul. Cerca de 36% das clínicas de cirurgia plástica na Coreia estão localizadas lá. Estima-se que três de dez mulheres na casa dos vinte anos passaram por uma cirurgia plástica na Coreia. A beleza de Gangnam é um eufemismo que significa beleza plástica. Alguns desses fatos já haviam sido satirizados na música “Gangnam Style” do Psy, que é praticamente uma crítica às pessoas de Gangnam que tentam ser algo que não são.

A informação acima foi retirada e traduzida de um artigo do Drama Fever. Neste artigo, eles também mencionam que “as estatísticas são deprimentes”. Acredito que mais precisamente falando, deprimente não são os números, mas sim as exigências da sociedade.

Em primeiro lugar não vejo nada de errado em alguém querer se submeter a uma cirurgia, ou querer passar por dietas ou por outras inimagináveis mudanças. Mas eu realmente não concordo com o que motiva a maioria dessas pessoas. Eu acho muito triste que, no geral, a única justificativa dessas submissões seja “para sermos socialmente aceitas”.

É praticamente esse tema que My ID is Gangnam Beauty trata. A Mi Rae se submeteu a uma cirurgia apenas para ser considerada “normal”. O resultado disso? As pessoas continuaram a criticando, mas agora por outros motivos.

Esse é um assunto que incomoda e causa desconforto na maioria das pessoas, mas merece ser tratado e debatido com clareza, sem rodeios. Quando você se submete a algo para agradar alguém, e apenas para isso, pode ter certeza que esse objetivo nunca será atingido. A sociedade nunca vai parar de exigir de você novas mudanças. A sociedade nunca estará satisfeita com o seu corpo, com o seu rosto. Para se tornar o modelo perfeito, não importa quantas cirurgias você faça, quanto mais você correr, mais distante isso ficará.

 

É por isso que, tragicamente, algumas pessoas se tornam ainda mais infelizes depois de passar por procedimentos cirúrgicos desse nível. Você deve e pode fazer o que quiser! Se você quiser fazer uma cirurgia plástica, faça! Se você quiser fazer uma dieta, faça também! Mas não faça isso para agradar ninguém, faça isso por você. Para que você se olhe no espelho e se sinta bem, para que você possa sorrir enquanto observa sua imagem. Não faça isso por namorado, nem por fulano, nem por beltrano, nem pela sociedade. Se quiser passar por isso, faça isso apenas por você.

Na verdade, meu leitor amado, eu desejaria que você se amasse do jeito que é, afinal, quando nos amamos a própria sociedade se transforma diante dos nossos olhos. É uma meta bem difícil e o caminho é longo. Mas eu desejo, de coração, que você se ame porque você é lindo (a) do seu jeitinho. De qualquer maneira, a mensagem que eu queria deixar nessa resenha é: busque pela sua felicidade, apenas isso. É você quem deve se aceitar e não a sociedade.

Agora vamos debater sobre duas críticas que acabei lendo por aí:

“O romance foi lento e infantil”

Para descrever o romance sim eu vou utilizar a expressão “inocente”. Mi Rae e Kyung Suk estavam descobrindo sobre o amor. Apesar do Kyung Suk ter sido bem popular na escola e as jovens continuarem suspirando por ele, a verdade é que o nosso protagonista nunca havia dado uma chance para estes sentimentos. 

Já Mi Rae ainda estava desajeitada quanto sua vida em sociedade. Ela estava fazendo agora novas amizades e um romance nunca havia passado pela sua cabeça antes (principalmente depois da humilhação que ela enfrentou na escola). Dito isso, é totalmente compreensível que os dois acabaram indo bem devagar no quesito amor.

Confesso que eu realmente me surpreendi com o desfecho final desse romance. Eu amei, achei super doce, cheio de ternura e conforto.

 

“A Mi Rae é muito boazinha” 

Essa foi a crítica que me deixou mais frustrada porque justamente a gentileza e o equilíbrio da Mi Rae acabaram me encantando profundamente. Passar por tudo que ela passou, sofrer do jeito que ela sofreu, e conseguir aguentar, suportar tudo… imagino que tenha sido uma tarefa extremamente difícil.

Chingus, a auto-estima da Mi Rae despencou depois de passar por tanto bullying, isso é completamente plausível. Ela era uma pessoa insegura sim, mas foi desconstruindo isso lentamente. Anos e anos de traumas, humilhações e sofrimentos poderiam ser reprimidos em apenas alguns episódios? Acredito que não.

 

As cenas em que ela aparecia chorando, se reerguendo, tudo me deixava bem sensível e emocionada. Eu acho que a atriz estava muito bem no papel da Mi Rae. Assim como o elenco todo conseguiu nos passar todas essas críticas sem tornar o contexto pesado ou denso. É um drama leve e acessível, mas que trata de assuntos complexos, importantes e delicadíssimos. 

 

A própria Mi Rae foi percebendo que rotulava as pessoas, algo que ela tanto repugnava. É aquela história de reconhecer o preconceito antes para depois conseguirmos lutar contra ele. 

O que eu achei mais irônico disso tudo foi acompanhar aqueles “coleguinhas” insensatos fazendo discursos de beleza como se fossem deuses “Afrodite”. E mesmo que fossem não daria pra aceitar. Mas é cômico como as pessoas sempre conseguem apontar com o dedo para os outros, mas não querem ou não gostam naturalmente de serem alvos de críticas também.

O drama está lotado de discursos maravilhosos e cenas imperdíveis! E as mensagens nas camisetas da Mi Rae? Sensacionais!

Essa resenha já está ficando muito longa, então vou me ater a alguns comentários finais. My ID is Gangnam Beauty nos apresenta uma temática IMPORTANTÍSSIMA, mas de forma sutil e cheia de nuances. É um debate quebradiço que não se tornou cansativo. A história fluiu bem, os personagens parecem tão reais e palpáveis. Eu super recomendo, principalmente por abordar sobre assuntos indispensáveis, que precisavam ser urgentemente tratados.

 

É um drama que nos faz refletir sobre os padrões de beleza e sobre como acabamos nos tornando escravos disso, também retrata que a beleza que realmente importa é a que mantemos em nossos corações. 

Ao fim percebemos que não podemos rotular ninguém porque nem ao menos sabemos o que pessoa passa ou passou durante sua vida. Todo mundo enfrenta batalhas diariamente, então vamos tentar ser gentis sempre e vamos deixar o preconceito lá no lixo que é o lugar dele. 

Me reuni com a Lu (MDUGS) e com a Polly (Cantinho de Tudo) para conversarmos um pouco sobre os temas que My ID is Gangnam Beauty retratou! Confesso que meu forte é a escrita mesmo (ㅋㅋ), apenas tentei trazer algo diferente dessa vez. Clique aqui para escutar o podcast.

Assista My ID Is Gangnam Beauty no fórum do Kingdom Fansubs.

Muito obrigada pela visita e leitura. Até a próxima! ♥

   

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2 comentários em “Resenha: My ID is Gangnam Beauty 내 아이디는 강남미인 (K-Drama)

  1. Mermã, esse dorama pra mim foi um tapa na cara da própria Coreia (e na nossa também, pq não, que quer só o bem bom e esquece que TODO LUGAR TEM PROBLEMA).

    Confesso que quando comecei assistir doramas foi numa fuga mesmo… conhecer a forma que outras culturas faziam entretenimento me deixou absorta num mundinho colorido. Mas, se a gente sai um pouco dela bolha da perfeição (que a própria Coreia exporta) a gente se depara com questões bem profundas da realidade deles que acaba se assemelhando em parte com as nossas próprias questões.
    Esse drama explorou MUITO questões que eu ainda não tinha visto em outros. Teve personagem gorda, masculinizada, teve personagem com plástica, com problemas de autoimagem. E principalmente, teve um discurso muito forte de combate ao machismo e ao papel de mulher objeto. também li em alguns lugares as pessoas falando de como a prota era lerda, fraca e coisas afins. NOSSA! Dá vontade de saculejar um ser humano e injetar o conceito de EMPATIA goela abaixo, pq olha… me dizer que uma mana que sobreviveu ao bulliyng DA MELHOR MANHEIRA QUE ELA PÔDE é fraca …é muita falta de empatia.

    Outro ponto que você destacou: o romance. Algumas pessoas têm dificuldade de entender a série num contexto. O contexto de MIIGB leva a uma coisa mais lenta mesmo pq as questões principais se tratam de auto estima, de auto conhecimento, reconhecimento da auto imagem, formas de auto aceitação. repara, tudo tem um AUTO, ou seja, a si mesmo. O dorama nos leva a isso, a essa reflexão sobre a minha forma de me ver e de como eu me vejo em relação ao outro. A Mi Rae rasteja em termos de auto estima, cresceu ouvindo que era feia, cresceu ouvindo que não era suficiente. TEM COMO SAIR LOUCAMENTE PELA FACULDADE V1D4 L0KA 666??? Não tem! Essas coisas refletem na vida de um ser humano MUITO TEMPO! Tem gente que nunca supera.

    Mas como vc disse, ela teve um apoio incrível da família. E como eu disse uma vez pra você, esse foi a dorama mais EMPODERADO que eu assisti. E engana-se quem acha que pra prota ser empoderada ela tem que ter língua afiada e ser muito bem resolvida. Empoderamento é a gente conseguir fazer o melhor que a gente pode! E todas as meninas do drama representaram bem em suas individualidades. Amei demais!!
    E ai, mana, a gente percebe que essa resenha é bem diferenciada, justamente por nos levar a pensar e discutir. Dá pra gente entrar na bolha do dorama ao mesmo tempo em que a gente tá com pé na realidade.

    Agora aguardo ANSIOSSIMA pela resenha de Mr Sunshine. O dedo de dar spoiler chega treme aqui. hahahaha

    Curtido por 1 pessoa

    1. Maaana! ♥
      Super concordo! Não só na Coreia, na nossa cara também! Triste acompanhar o dorama e perceber várias pessoas comentando que já passaram por bullying ou conhecem alguém que foi vítima dessa atrocidade como se fosse super normal. Tá errado, não é normal, pelo menos não deveria ser. :/ T_T
      Entendo muito! Eu sempre assistia dramas pra fugir um pouco da dura realidade que é a vida. Mas uma vez ou outra a gente se depara com histórias cheias de conteúdo e profundidade.
      SAHSUAHSAU Isso mesmo, falta de empatia!
      Isso, o romance estava encaixado no contexto da história. Pessoal só pensa em pegação hoje em dia (meu discurso de ahjumma dos doramas)… JSAIJSAISJIA
      ” E engana-se quem acha que pra prota ser empoderada ela tem que ter língua afiada e ser muito bem resolvida. Empoderamento é a gente conseguir fazer o melhor que a gente pode! E todas as meninas do drama representaram bem em suas individualidades. ” Aaaa melhor frase! Sem mais! Disse tuuudo!
      SUAHSUAHSUAHSU mana, eu tô com vontade de largar todos os livros, terminar o drama e vir escrever a resenha só pra gente ser feliz nos papos :(((
      Apesar de não poder fazer isso agora, eu logo venho tá? A minha prova tá chegando e depois eu vou por algumas resenhas em atraso. ~ ee
      Muito obrigada pelo comentário e por sua presença aqui no blog! Significa muito, de coração! ♥

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